A proposta desse Estágio supervisionado 3 é a ampliação da nossa experiência adquirida, quando observando a escola de nossa imersão – a sala de aula – tomando a cidade (e suas possibilidades) educativas. (p. 52)
Para que as possibilidades ocorram, de fato, é imprescindível olharmos a cidade de uma maneira diferente da qual estamos habitualmente acostumados. (p. 53)
“TODAS AS CIDADES EDUCAM” (CAVALCANTI, 2001, P. 21). Mas, para que a ação educativa aconteça é necessário que haja interatividade entre seus habitantes e que este assuma o papel de transformação coletivo, e não individualista. (p. 54)
A experiência corporal, ou seja, a experiência estética nos capacita a “entender” as imagens que constitui a estética desta mesma cidade. A experiência corporal também é objeto discursivo. (p. 54)
Um caminhar familiar pela cidade, mas com uma análise crítica causa certo estranhamento. Contudo, com o perturbamento (do familiar) a Arte e a Cultura locais tende a transformar-se mais visível. (p. 55)
A cidade tornou-se um lugar para a proliferação de discursos e construção de imagens, afinal, é através do contato com os outros e com o mundo que a imagem acontece. (p. 55)
Toda cidade educa/forma, seja ela pequena ou grande, pois ela descreve a maneira particular de cada um de nós para as outras pessoas ao mesmo tempo em que descreve a maneira particular do outro a nós de uma maneira coletiva. (p. 56)
Este blog é destinado a registrar as experiências da disciplina Ateliê de Arte e Tecnologia II - Diálogos Intermidiáticos. Os arquivos aqui postados partem da proposta de união, de Elo entre a Arte, o que nos é Estranho, e a Aprendizagem.
domingo, 29 de agosto de 2010
Resumo Unidade 1 - Estagio Supervisionado 3
Resmo da Unidade 1 - Questões Multiculturais
- Numa ideologia pragmatista, o conhecimento pode modificar a realidade. Sendo assim, devemos renovar as abordagens para o ensino das artes, aceitando outras possibilidades além da explicação que a própria realidade nos aponta. (p, 156)
- Uma pessoa pragmatista, ciente de que o conhecimento pode modificar a realidade, tem sempre em mente a possibilidade de mudança de paradigmas. Para tanto, o pragmatista é uma pessoa que não aceita uma verdade definitiva: faz uso do conhecimento, como forma educativa, para promover a construção da reflexão. Também tem uma visão “pirada” do gosto, com experiências estéticas e práticas culturais comprometidas com o ensino da arte. (p. 156-157)
- A abordagem da obra de arte deve ser feita como um resumo de experiências de atividades experimentais que foi concebida (estudada), podendo alcançar infinitas interpretações. (p. 157)
- Tanto para SHUSTERMAN como para DEWEY,a experiência estética está nas possibilidades.Portanto, é tarefa dos educadores promover o conhecimento por meio da experiência cotidiana, ampliando, assim, o campo de estudo , as possibilidades artísticas. (p 158)
- Segundo SHUSTERMAN, o pragmatismo estético quer transformar a instituição da arte e não extingui-la. (p. 159)
- A maneira como olhamos “criticamente”, e também o valor (estético) que elegemos uma dada manifestação cultural é o que a faz aberta a infinitas possibilidades e não a seleção de temas. Portanto, devemos confrontar as metodologias e não os objetos de estudo. (p. 159)
sábado, 28 de agosto de 2010
Atividade - Etapa 2
Olá!
As postagens abaixo são as pedidas para a Etapa 2, da disciplina de Ateliês - Poéticas Contemporâneas/ Diálogos Intermidiáticos. São elas:
1. Vídeo Escolhido;
2. Texto Poético;
3. Carta Produzida no Presencial;
4. Imagem Fotográfica;
5. Justificar a importância da ferramenta Blog.
As postagens abaixo são as pedidas para a Etapa 2, da disciplina de Ateliês - Poéticas Contemporâneas/ Diálogos Intermidiáticos. São elas:
1. Vídeo Escolhido;
2. Texto Poético;
3. Carta Produzida no Presencial;
4. Imagem Fotográfica;
5. Justificar a importância da ferramenta Blog.
Vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=BEW0vVqdyIc&feature=player_embedded
O link acima leva até o vídeo: Inevitável. Produzido pelas alunas: Marcia Gianelli Stoppa e Maria das Graças Ribeiro Roldão, do pólo de Catalão.
O vídeo traz cenas de um cemitério, acompanhadas de um poema sobre a morte, ou melhor, sobre como o autor gostaria de ter escrita sua biografia, seria algo simples, porém, conciso, apontando o que é mais importante de se entender sobre a vida na terra.
O link acima leva até o vídeo: Inevitável. Produzido pelas alunas: Marcia Gianelli Stoppa e Maria das Graças Ribeiro Roldão, do pólo de Catalão.
O vídeo traz cenas de um cemitério, acompanhadas de um poema sobre a morte, ou melhor, sobre como o autor gostaria de ter escrita sua biografia, seria algo simples, porém, conciso, apontando o que é mais importante de se entender sobre a vida na terra.
Texto Poético
PRESENÇA
É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos...
É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde há muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo...
Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...
Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato...
E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.
Mário Quintana
Carta
Alexânia – GO, 07 de Agosto de 2010.
Saudações Patrícia...
Se perguntado como é que vejo a cidade em mim; a resposta provável e imediata é que ela é como se fosse mais ou menos parecida a uma família grande, portanto, cheia de virtudes e vícios. Cabe saber transformar, dialogar com todas (ou inúmeras) propostas.
Lucimar G. Maia.
Saudações Patrícia...
Nesta cidade pacata, aonde ainda reina certa cordialidade entre seus moradores, mas já tendenciosa a outras realidades, algumas viciosas. Nesta cidade me vejo (me considero) “contextualizado”, seletivo e em constante aprendizado. Essa, aliás, é a maneira (a principal) como me vejo: aprendendo a aprender.
Se perguntado como é que vejo a cidade em mim; a resposta provável e imediata é que ela é como se fosse mais ou menos parecida a uma família grande, portanto, cheia de virtudes e vícios. Cabe saber transformar, dialogar com todas (ou inúmeras) propostas.
Lucimar G. Maia.
Imagem Fotográfica
Arte Educar, 2010, Lucimar
Bom, a imagem postada é uma “paródia” do trabalho de Joseph Kosuth, um artista conceitual americano em sua exposição “Cinco palavras no néon azul”.
Baseada na proposta da Carta das Cidades Educadoras, que propõe que tudo deva vir a se tornar motivo de aprendizagem, idealizo uma obra que busca a conscientização da união entre arte e educação.
Justificativa
Bom, o blog é uma ferramenta de comunicação... através de pequenos textos expomos nossas opiniões, nossas ideias sobre um dado assunto.
É importante a nós alunos, que possamos dividir com os outros nossas atividades, para que formemos algo como uma rede de ensino construtivista.
O blog constitui-se assim, como um importante meio educador, pois ele deixa ao nosso alcance a implementação e postagem de recursos multimidiáticos (textos, imagens, vídeos, links, músicas...) ao nosso trabalho.
Nos dando a possibilidade de acompanhar os trabalhos dos demais colegas, e assim, absorver maiores informações, que até então não havíamos compreendido, ou mesmo visto como útil.
Vejo o blog como instrumento educador, e fonte rica em conhecimento, que aproxima pessoas e espaços.
É importante a nós alunos, que possamos dividir com os outros nossas atividades, para que formemos algo como uma rede de ensino construtivista.
O blog constitui-se assim, como um importante meio educador, pois ele deixa ao nosso alcance a implementação e postagem de recursos multimidiáticos (textos, imagens, vídeos, links, músicas...) ao nosso trabalho.
Nos dando a possibilidade de acompanhar os trabalhos dos demais colegas, e assim, absorver maiores informações, que até então não havíamos compreendido, ou mesmo visto como útil.
Vejo o blog como instrumento educador, e fonte rica em conhecimento, que aproxima pessoas e espaços.
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